O AGENTICO

Telegram
empresa · 16 menções
O que as fontes disseram sobre Telegram
O Telegram foi citado em denúncias da SaferNet à ANPD por abrigar contas com indícios de material de abuso sexual infantil, incluindo 1.093 endereços ativos e públicos, entre perfis, convites, canais e grupos. A Apple chegou a removê-lo brevemente da App Store por esse conteúdo e o restaurou após a plataforma retirar o material irregular e banir o usuário responsável; o Telegram afirmou ter política de tolerância zero e disse ter bloqueado mais de 338 mil grupos e canais relacionados. Além disso, o aplicativo foi usado como canal para atrair vítimas e disseminar ódio e também como meio de controle de malwares e vazamento de dados.
Menções

El servicio EvilTokens fue operado por el grupo de amenazas Storm-2992 y se vendía a ciberdelincuentes a través de Telegram por $1,500 iniciales y $500 al mes.
Este dato explica cómo funcionaba el negocio delictivo y permite dimensionar el alcance comercial del phishing como servicio.

O malware, chamado HEAVYGRAM pelo FBI e CHOSEN BRICK pelo NCSC, é controlado via aplicativo de mensagens Telegram.
O uso de um aplicativo de mensagens comum como canal de controle torna a detecção mais difícil e amplia o alcance da ferramenta.

O Telegram lançou uma correção em julho, mas ela não atualiza arquivos exportados com versões anteriores, que ainda podem conter o script.
Isso significa que usuários com exportações antigas continuam vulneráveis mesmo após a atualização do aplicativo.

Criminosos que obtiveram os dados da Revolut estão vazando as informações no Telegram e exigindo um resgate de 10.000 BTC (cerca de US$ 780 milhões).
A exigência de resgate em Bitcoin indica a escala do ataque e a pressão sobre a Revolut, sugerindo que os criminosos buscam lucro financeiro direto com os dados roubados.

O estudo é o terceiro da série iniciada em outubro de 2024, quando a SaferNet revelou que mais de 1,25 milhão de usuários do Telegram participavam de grupos que comercializavam imagens de abuso sexual infantil.
Mostra que a ação atual é uma continuação de um monitoramento mais amplo da ONG sobre o problema no aplicativo.

Dos 14.969 endereços analisados, 1.958 seguem ativos e públicos no app, sendo 1.093 com indícios de material de violência sexual infantil, incluindo 518 perfis de usuários e robôs, 256 convites ativos, 192 canais e 127 grupos.
Detalha a natureza dos endereços ativos que a ONG considera preocupantes, mostrando a distribuição entre perfis, convites, canais e grupos.

A SaferNet protocolou na ANPD um levantamento com cerca de 1.093 contas do Telegram com indícios de material de abuso sexual infantil.
A denúncia reforça a preocupação com a disseminação de conteúdo ilegal em plataformas de mensagens.

O Telegram afirmou ter política de tolerância zero para conteúdo de abuso sexual infantil e disse ter bloqueado mais de 338 mil grupos e canais relacionados a esse tipo de material.
Evidencia a postura do Telegram contra conteúdo ilegal e seus esforços de moderação.

A Apple removeu brevemente o Telegram da App Store após identificar conteúdo que viola a proibição de material de abuso sexual infantil.
A ação demonstra o controle rigoroso da Apple sobre conteúdo ilegal, mas também levanta debates sobre moderação em plataformas.

O ataque do AmnesiaStealer ocorre em três estágios: um script de shell baixa e lança o payload, um infostealer Rust coleta dados do Keychain, navegadores, Apple Notes e Telegram, e um módulo stream_module dá controle interativo oculto do navegador.
A estrutura em três estágios revela a complexidade do ataque e os alvos de coleta de dados, ajudando profissionais de segurança a entenderem o alcance da ameaça.

A SaferNet denunciou à ANPD 1.093 contas do Telegram com indícios de material de abuso sexual infantil.
A denúncia destaca o uso do Telegram para crimes contra crianças e aumenta pressão sobre a plataforma no Brasil.

Dos 1.093 endereços ativos com indícios de violência sexual contra crianças ou adolescentes, 518 são perfis, 256 convites, 192 canais e 127 grupos; o número de denúncias cresceu acentuadamente desde 2022, com pico em julho de 2026.
Os dados detalhados mostram a diversidade de tipos de conta envolvidos e a tendência crescente do problema, reforçando a urgência de ação das plataformas.

O grupo usava Discord e Telegram para atrair vítimas, disseminar discursos de ódio e promover a radicalização de jovens.
A combinação de plataformas mostra como redes sociais podem ser usadas para aliciar e violentar menores.
Todo dia, só o que dois veículos independentes confirmaram — no seu feed.