Quarta-feira, 23 de setembro de 2026

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O que as fontes disseram sobre Telegram

O Telegram foi citado em denúncias da SaferNet à ANPD por abrigar contas com indícios de material de abuso sexual infantil, incluindo 1.093 endereços ativos e públicos, entre perfis, convites, canais e grupos. A Apple chegou a removê-lo brevemente da App Store por esse conteúdo e o restaurou após a plataforma retirar o material irregular e banir o usuário responsável; o Telegram afirmou ter política de tolerância zero e disse ter bloqueado mais de 338 mil grupos e canais relacionados. Além disso, o aplicativo foi usado como canal para atrair vítimas e disseminar ódio e também como meio de controle de malwares e vazamento de dados.

Menções

  • El servicio EvilTokens fue operado por el grupo de amenazas Storm-2992 y se vendía a ciberdelincuentes a través de Telegram por $1,500 iniciales y $500 al mes.

    Este dato explica cómo funcionaba el negocio delictivo y permite dimensionar el alcance comercial del phishing como servicio.

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  • O malware, chamado HEAVYGRAM pelo FBI e CHOSEN BRICK pelo NCSC, é controlado via aplicativo de mensagens Telegram.

    O uso de um aplicativo de mensagens comum como canal de controle torna a detecção mais difícil e amplia o alcance da ferramenta.

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  • O Telegram lançou uma correção em julho, mas ela não atualiza arquivos exportados com versões anteriores, que ainda podem conter o script.

    Isso significa que usuários com exportações antigas continuam vulneráveis mesmo após a atualização do aplicativo.

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  • Criminosos que obtiveram os dados da Revolut estão vazando as informações no Telegram e exigindo um resgate de 10.000 BTC (cerca de US$ 780 milhões).

    A exigência de resgate em Bitcoin indica a escala do ataque e a pressão sobre a Revolut, sugerindo que os criminosos buscam lucro financeiro direto com os dados roubados.

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  • O estudo é o terceiro da série iniciada em outubro de 2024, quando a SaferNet revelou que mais de 1,25 milhão de usuários do Telegram participavam de grupos que comercializavam imagens de abuso sexual infantil.

    Mostra que a ação atual é uma continuação de um monitoramento mais amplo da ONG sobre o problema no aplicativo.

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  • Dos 14.969 endereços analisados, 1.958 seguem ativos e públicos no app, sendo 1.093 com indícios de material de violência sexual infantil, incluindo 518 perfis de usuários e robôs, 256 convites ativos, 192 canais e 127 grupos.

    Detalha a natureza dos endereços ativos que a ONG considera preocupantes, mostrando a distribuição entre perfis, convites, canais e grupos.

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  • A SaferNet protocolou na ANPD uma representação contra o Telegram com um levantamento de 14.969 endereços únicos denunciados entre 2017 e 2026.

    A ação formaliza a denúncia da ONG junto ao órgão regulador de proteção de dados, baseada em um amplo estudo de endereços no aplicativo.

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  • A SaferNet protocolou na ANPD um levantamento com cerca de 1.093 contas do Telegram com indícios de material de abuso sexual infantil.

    A denúncia reforça a preocupação com a disseminação de conteúdo ilegal em plataformas de mensagens.

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  • O Telegram afirmou ter política de tolerância zero para conteúdo de abuso sexual infantil e disse ter bloqueado mais de 338 mil grupos e canais relacionados a esse tipo de material.

    Evidencia a postura do Telegram contra conteúdo ilegal e seus esforços de moderação.

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  • A Apple restaurou o Telegram na App Store depois que a plataforma removeu o conteúdo irregular e baniu o usuário responsável pela publicação.

    Mostra que a suspensão foi temporária e resolvida após ação do Telegram.

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  • A Apple removeu brevemente o Telegram da App Store após identificar conteúdo que viola a proibição de material de abuso sexual infantil.

    A ação demonstra o controle rigoroso da Apple sobre conteúdo ilegal, mas também levanta debates sobre moderação em plataformas.

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  • O ataque do AmnesiaStealer ocorre em três estágios: um script de shell baixa e lança o payload, um infostealer Rust coleta dados do Keychain, navegadores, Apple Notes e Telegram, e um módulo stream_module dá controle interativo oculto do navegador.

    A estrutura em três estágios revela a complexidade do ataque e os alvos de coleta de dados, ajudando profissionais de segurança a entenderem o alcance da ameaça.

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  • A SaferNet denunciou à ANPD 1.093 contas do Telegram com indícios de material de abuso sexual infantil.

    A denúncia destaca o uso do Telegram para crimes contra crianças e aumenta pressão sobre a plataforma no Brasil.

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  • Dos 1.093 endereços ativos com indícios de violência sexual contra crianças ou adolescentes, 518 são perfis, 256 convites, 192 canais e 127 grupos; o número de denúncias cresceu acentuadamente desde 2022, com pico em julho de 2026.

    Os dados detalhados mostram a diversidade de tipos de conta envolvidos e a tendência crescente do problema, reforçando a urgência de ação das plataformas.

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  • A ONG SaferNet denunciou à ANPD 1.093 contas do Telegram com indícios de material de abuso sexual infantil.

    A denúncia reforça a pressão sobre plataformas digitais para remover conteúdos ilegais e proteger menores.

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  • O grupo usava Discord e Telegram para atrair vítimas, disseminar discursos de ódio e promover a radicalização de jovens.

    A combinação de plataformas mostra como redes sociais podem ser usadas para aliciar e violentar menores.

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